Acalme a calma, silencie a boca gaseificada, presuma mais, pesque aos domingos e feriados.
Veja os filmes de Steven Spielberg que viveu grande parte de sua vida em Phoenix e concorra ao cara mais feliz do mundo assistindo a Jurassic Park. Pois o cinema e a televisão criam imagens a literatura e a música criam imaginação.
Não seja lunatico seja algum italiano sético.
Observe o obeso quanto peso, nas costas na cabeça? – Desvaindo-se no esgoto como ratos; “lembrai-vos sempre do vosso dever de inimizade para com o Homem e todos os seus desígnios. O que quer que ande sobre duas pernas é inimigo, o que quer que ande sobre quatro pernas, ou tenha asas, é amigo”.
Olhos como de porcos, mensagens... Eco ecoa ecoando e-co-a o som sonoridade so-m das palmas dos pobresespertos com fome e sede.
Quem disse que eles querem chocolate no natal?
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Sexta-feira, Outubro 2
Segunda-feira, Agosto 3
Canário Belga
Os pássaros do culminante das árvores cantam com suas gargantas;
Manejam sua laringe, faringe e cordas vocais inacreditavelmente.
De longe nota-se a compleição do que é ser vivido ou vivo.
Do alto da montanha os pássaros aclamam por paz, sob um vácuo em suas cabeças, estremecendo e tirando suas penas.
Canários rosa e verde em subtos cantos de amor - Sozinhos?
O que explicar, que adianta ter lindas penas e voz linda para acordar-te, se o coração é pequeno.
Quando morre, desmaia em um sono profundo - Têm belas árvores; gaiolas não mais, mas será que serão tão livres assim?
Quem dera se fosse vivido para sempre, se cantassem igual à vida.
Mas quando bate suas assas tetricamente projetadas flutua sob o vento, fazendo um cavo que surda; fazendo-os feliz.
Pois isso é o que gosta veridicamente de fazer; isso é o que tem de ser feito.
Hoje ele não cantou, hoje ele não foi sobre as árvores, apenas desapareceu. O nome é Roxinol, era roxo e tinha um nó na garganta; roco e fanho, mas tinha amor à vida e imagem no espelho - E assas que eram muito pequenas para seu corpo. Tenho medo em dizer, também não sabia voar.
Um pássaro que tem voz, mas não canta;
Um pássaro que tem assas, mas sabe voar;
Um pássaro que tem lindas cores, mas não esbanja encanto.
Roxinol, não era canário e muito por menos belga.
Apenas trágico fim, de quem tem medo de altura - Então permaneça entre o sol e as nuvens - Disse ela.
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Manejam sua laringe, faringe e cordas vocais inacreditavelmente.
De longe nota-se a compleição do que é ser vivido ou vivo.
Do alto da montanha os pássaros aclamam por paz, sob um vácuo em suas cabeças, estremecendo e tirando suas penas.
Canários rosa e verde em subtos cantos de amor - Sozinhos?
O que explicar, que adianta ter lindas penas e voz linda para acordar-te, se o coração é pequeno.
Quando morre, desmaia em um sono profundo - Têm belas árvores; gaiolas não mais, mas será que serão tão livres assim?
Quem dera se fosse vivido para sempre, se cantassem igual à vida.
Mas quando bate suas assas tetricamente projetadas flutua sob o vento, fazendo um cavo que surda; fazendo-os feliz.
Pois isso é o que gosta veridicamente de fazer; isso é o que tem de ser feito.
Hoje ele não cantou, hoje ele não foi sobre as árvores, apenas desapareceu. O nome é Roxinol, era roxo e tinha um nó na garganta; roco e fanho, mas tinha amor à vida e imagem no espelho - E assas que eram muito pequenas para seu corpo. Tenho medo em dizer, também não sabia voar.
Um pássaro que tem voz, mas não canta;
Um pássaro que tem assas, mas sabe voar;
Um pássaro que tem lindas cores, mas não esbanja encanto.
Roxinol, não era canário e muito por menos belga.
Apenas trágico fim, de quem tem medo de altura - Então permaneça entre o sol e as nuvens - Disse ela.
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Sábado, Maio 23
Perpendicular
É trivial sustentar o sentido da comunicação ativo por mais de 24 horas, tanto na escola como no trabalho vê-se dormindo; sabe-se que se guiar por simbologias se tornará parte lingüística, do mundo e de suas escolhas termo diária.
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Quarta-feira, Dezembro 24
Primavera em quimera
Sou aquilo que seja.
Dou-me um nome, creio logo que sou alguém. Se não for, logo não serei ninguém, em um milhão de pessoas, ou sou
a multidão finita?
A chegada promulgar, não á um espetáculo, mas divino e mais esplendoroso que esse. Cair sobre orgulhos.
Minoria de amores perdidos, e coisas que nunca existirão de verdade, sou demasiadamente pseuda, existir, existiu e existindo. Olhos enfadados, calados que não falam, caindo assim meio de lado estariam os mesmos tristes?
Tristeza subseqüente com alegria imoral, separados por títulos; ética por éticas.
Obstáculos, fechando caminhos cada vez mais compridos; moldando a vida,
Correndo atrás, apenas correndo.
Separando as expectativas de sua busca,
E sempre, sempre procurando pelo arco - iris.
E a árvore que na primavera me mostra sempre, flores amarelas com miolos brancos cor de centelha, hoje serão azul, e não terão mais nome.
Compreendeu? É melhor que não.
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Dou-me um nome, creio logo que sou alguém. Se não for, logo não serei ninguém, em um milhão de pessoas, ou sou
a multidão finita?
A chegada promulgar, não á um espetáculo, mas divino e mais esplendoroso que esse. Cair sobre orgulhos.
Minoria de amores perdidos, e coisas que nunca existirão de verdade, sou demasiadamente pseuda, existir, existiu e existindo. Olhos enfadados, calados que não falam, caindo assim meio de lado estariam os mesmos tristes?
Tristeza subseqüente com alegria imoral, separados por títulos; ética por éticas.
Obstáculos, fechando caminhos cada vez mais compridos; moldando a vida,
Correndo atrás, apenas correndo.
Separando as expectativas de sua busca,
E sempre, sempre procurando pelo arco - iris.
E a árvore que na primavera me mostra sempre, flores amarelas com miolos brancos cor de centelha, hoje serão azul, e não terão mais nome.
Compreendeu? É melhor que não.
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Domingo, Novembro 30
Hora de dormir
Mundo abissal é incrível como temos o poder de crescer, de desenvolvimento.
Antes o que se via? Pergunte-me o que é tecnologia, e o que é essa coisa de HD e Gigabytes?
Tecnologia transversivél, que mostra o que quer se ver com apenas um Enter.
Mundo digital, que mostra algo a mais, é singular e um pouco complicado para aqueles que já estão na sua meia idade.
Mas me lembro sempre da aurora de minha vida, aquelas folhas meio velhas, com cheiro de conhecimento; com letras tatilografadas, como se fossem pintadas a mão.
E de repente surge algo sem cheiro, com cores mais viva do que o próprio arco-íris; tirando quem queira do seu sono, para a modernidade insofismável.
Mas digo em alto bom som, podem os carros a voar e os textos serem veiculados para as telas. Mas nunca acabará a paixão que tenho pelos livros.
Isso é uma coisa que a digitalização não fará.
Por que mesmo assim, os livros estarão sempre em minha prateleira.
E quando se ama algo de verdade isso nunca se vai.
Por fim nascemos completos, não devemos deixar a responsabilidade para que algo nos encha.
E quando tiver sono, saberei que é hora de dormir.
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Antes o que se via? Pergunte-me o que é tecnologia, e o que é essa coisa de HD e Gigabytes?
Tecnologia transversivél, que mostra o que quer se ver com apenas um Enter.
Mundo digital, que mostra algo a mais, é singular e um pouco complicado para aqueles que já estão na sua meia idade.
Mas me lembro sempre da aurora de minha vida, aquelas folhas meio velhas, com cheiro de conhecimento; com letras tatilografadas, como se fossem pintadas a mão.
E de repente surge algo sem cheiro, com cores mais viva do que o próprio arco-íris; tirando quem queira do seu sono, para a modernidade insofismável.
Mas digo em alto bom som, podem os carros a voar e os textos serem veiculados para as telas. Mas nunca acabará a paixão que tenho pelos livros.
Isso é uma coisa que a digitalização não fará.
Por que mesmo assim, os livros estarão sempre em minha prateleira.
E quando se ama algo de verdade isso nunca se vai.
Por fim nascemos completos, não devemos deixar a responsabilidade para que algo nos encha.
E quando tiver sono, saberei que é hora de dormir.
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Sexta-feira, Novembro 14
O que você escolheu ver?
Vamos cominar algumas regras para discorrer, mas eu pergunto já me basta às regras para poder viver, o que querer mais?
Seguir com a busca ou seguir com os conceitos já pré-efetuados.
Escritor de uma frase só, de um conto só.
Quero tecer um texto como teço a vida; Em minhas memórias egocêntricas,
Mas eu digo continue pulando, continue caindo?
A busca é maior por que eu digo o que buscar? , Mas será que vai encontrar.
Não sou nada, não escrevo sobre nada, o que quer ver? Eu em tudo?
Será que sou poeta de mim ou sou poeta da vida?
O que quer achar? O egocentrismo nas letras, ou as palavras pulcras e soltas?
Quero ritmo e um pouco de formosura, fundamental para os olhos e para o conhecimento.
Meus ouvidos doem ser surdo ou mudo ter o dom da fala, ou o dom do calar?
Posso escrever sobre o céu e o mar, posso escrever sobre, teocentrismo, anarquismo, política, economia, budismo, biologia, geonazismo, judaísmo e tudo que me cabe como conhecimento e substancial.
O importante é ter conceito que encha pelo menos uns três litros.
Mas o que quer ver? Não sabe ver, não sabe escutar? Pra que viver?
Você se mede pelo conceito habitual, ou se conforma com o conformismo de ser sempre substancial, ou singular, como um cafezinho que irá tirar seu sono, daqueles dias de mau repouso?
Você tem conhecimento de como tudo isso é tão implexo?
Viajar por metas impostas por você; chega de se trancar, ou querer tudo assim, reto; você não é um renque ou é?
Anseio talvez voltar, poder volver atrás e mudar as coisas, ou simplesmente usar, o conhecimento de hoje ontem.
Pois fiquei tempo de mais, paralisada em tudo isso. E digo agora que tenho o controle disso, mas para que me mostrar novamente? Isso é totalmente inviável.
Não quero ser uma, quero ser um pouco de tudo que escrevo, mesmo que não exista nenhuma gota do que realmente sou.
Por que o mais importante, é que não preciso mais medir meu conhecimento, e muito pior me segurar numa rampa.
Pois tenho o dom de pular e gritar; e quando tiver vontade serei assim, jogarei tudo que sei para o ar, quem sabe um dia eu não caia e sossegue sem poder andar?
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Seguir com a busca ou seguir com os conceitos já pré-efetuados.
Escritor de uma frase só, de um conto só.
Quero tecer um texto como teço a vida; Em minhas memórias egocêntricas,
Mas eu digo continue pulando, continue caindo?
A busca é maior por que eu digo o que buscar? , Mas será que vai encontrar.
Não sou nada, não escrevo sobre nada, o que quer ver? Eu em tudo?
Será que sou poeta de mim ou sou poeta da vida?
O que quer achar? O egocentrismo nas letras, ou as palavras pulcras e soltas?
Quero ritmo e um pouco de formosura, fundamental para os olhos e para o conhecimento.
Meus ouvidos doem ser surdo ou mudo ter o dom da fala, ou o dom do calar?
Posso escrever sobre o céu e o mar, posso escrever sobre, teocentrismo, anarquismo, política, economia, budismo, biologia, geonazismo, judaísmo e tudo que me cabe como conhecimento e substancial.
O importante é ter conceito que encha pelo menos uns três litros.
Mas o que quer ver? Não sabe ver, não sabe escutar? Pra que viver?
Você se mede pelo conceito habitual, ou se conforma com o conformismo de ser sempre substancial, ou singular, como um cafezinho que irá tirar seu sono, daqueles dias de mau repouso?
Você tem conhecimento de como tudo isso é tão implexo?
Viajar por metas impostas por você; chega de se trancar, ou querer tudo assim, reto; você não é um renque ou é?
Anseio talvez voltar, poder volver atrás e mudar as coisas, ou simplesmente usar, o conhecimento de hoje ontem.
Pois fiquei tempo de mais, paralisada em tudo isso. E digo agora que tenho o controle disso, mas para que me mostrar novamente? Isso é totalmente inviável.
Não quero ser uma, quero ser um pouco de tudo que escrevo, mesmo que não exista nenhuma gota do que realmente sou.
Por que o mais importante, é que não preciso mais medir meu conhecimento, e muito pior me segurar numa rampa.
Pois tenho o dom de pular e gritar; e quando tiver vontade serei assim, jogarei tudo que sei para o ar, quem sabe um dia eu não caia e sossegue sem poder andar?
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Sexta-feira, Outubro 24
Prólogo
Gostaria de ter um tempo hábil para serenar, para colocar meus sonhos em dia, mas minha mente é um campo aberto para as dúvidas e para as boas novas.
Gostaria de saber por que tenho vontades que nunca passam, e medos que são tão infantis.
Quero fazer algo grande, então vou comprar uma bicicleta e conhecer o mundo todo; Conhecer todas as arvores, e sentir todos os tipos de ares.
Mas o que quero de fato é sair dessa persecução de querer tudo certo. Talvez quem ama não sabe o que ama, só sente que ama.
Não adjudicarei muito nessa filosofia de que tudo é arcano, acho que as coisas são como um fluxo; veja o rio, fluxo rápido para a direita. Mas se você entrar no mesmo vai mudar o caminho anterior, tudo em nossa volta se modifica diariamente, mas a olho nu não podemos notar, mas tudo muda.
Aquela grande arvore da praça a cada brisa se modifica, é incrível mas é fato.
O sol se transmuta também, cada dia nos mostra uma luz e um calor diferente, as nuvens também, um dia estão com formatos de gatinhos, coelhinhos e tudo que se possa imaginar. As flores a cada sombra nos mostra tonalidades e estados diferenciados de acordo com a hora ou estação do ano.
Tudo no mundo em que vivemos se modifica, inclusive nós, todo dia nossos cabelos crescem, e nosso rosto cria marcas novas, a cada dia meus caros ficamos mais velhos.
É a eterna modificação; E nem notamos que isso seja possível, estamos tão preocupados que o tempo nem nos sobra a perceber.
Hoje as coisas passam tão rápido e as mudanças são tão gritantes, que parece que perdemos muitas coisas, e de fato perdemos. E o pior de tudo não podemos voltar para vê-las.
Mas as cortinas estão cobrindo tudo aquilo que quero ver; Sinto muito frio, agora sai nas ruas.
E percebo todas as mudanças, tudo aquilo que não é mais a mesma coisa, e logo percebo que é impossível ser apenas uma coisa. E que tudo fica mais difícil, por que o que é hoje não será amanha.
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Gostaria de saber por que tenho vontades que nunca passam, e medos que são tão infantis.
Quero fazer algo grande, então vou comprar uma bicicleta e conhecer o mundo todo; Conhecer todas as arvores, e sentir todos os tipos de ares.
Mas o que quero de fato é sair dessa persecução de querer tudo certo. Talvez quem ama não sabe o que ama, só sente que ama.
Não adjudicarei muito nessa filosofia de que tudo é arcano, acho que as coisas são como um fluxo; veja o rio, fluxo rápido para a direita. Mas se você entrar no mesmo vai mudar o caminho anterior, tudo em nossa volta se modifica diariamente, mas a olho nu não podemos notar, mas tudo muda.
Aquela grande arvore da praça a cada brisa se modifica, é incrível mas é fato.
O sol se transmuta também, cada dia nos mostra uma luz e um calor diferente, as nuvens também, um dia estão com formatos de gatinhos, coelhinhos e tudo que se possa imaginar. As flores a cada sombra nos mostra tonalidades e estados diferenciados de acordo com a hora ou estação do ano.
Tudo no mundo em que vivemos se modifica, inclusive nós, todo dia nossos cabelos crescem, e nosso rosto cria marcas novas, a cada dia meus caros ficamos mais velhos.
É a eterna modificação; E nem notamos que isso seja possível, estamos tão preocupados que o tempo nem nos sobra a perceber.
Hoje as coisas passam tão rápido e as mudanças são tão gritantes, que parece que perdemos muitas coisas, e de fato perdemos. E o pior de tudo não podemos voltar para vê-las.
Mas as cortinas estão cobrindo tudo aquilo que quero ver; Sinto muito frio, agora sai nas ruas.
E percebo todas as mudanças, tudo aquilo que não é mais a mesma coisa, e logo percebo que é impossível ser apenas uma coisa. E que tudo fica mais difícil, por que o que é hoje não será amanha.
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Quarta-feira, Outubro 8
A idoneidade do amor
A solidão faz parte da existência humana plenamente, por isso o ser humano inventou o amor, a fim de completar o que lhe faltava, ou o amor tenha nos criado, a fim de emprestarmos a sua alma.
Para que talvez sejamos mais completos, mais vividos, pois a vida é curta, e boa parte dela para alguns, é só solidão.
Um ser fendido em dois, como os olhos, procurando sua meia senha correlativa. Fomos distanciados de nos mesmos; por isso sentimos a solidão, puramente em nos, isso é o que o ser sente.
Somos seres apaixonantes, sempre amamos, pois sempre estamos em busca daquilo que nos falte, essa é a condição de vida imposta de uma forma indireta.
Só se ama mesmo aquele que está disposto a morrer pelo mesmo, a sentir a dor pelo mesmo; Sempre buscamos completar a nossa vida, a fim de que seja perfeita, e quando se sente no clímax de todo amor, vem logo à dor, porque interpretar o amor do outro é difícil; e isso deixa o ser inquieto e com medo, como saber se o amor está completo? Como sentir ele por inteiro?
Mais o verdadeiro amor é aquele que vem de dentro de você, primeiro você se ama e depois passa a amar alguém, é como se fosse um egocentrismo, mas é a forma mais formidável de lidar com a dor que o mesmo provoca.
Dor na alma não no corpo, o coração dói e parece que dói mesmo.
Amo por que tenho que amar, sente a insaciável vontade de amar, de querer ser sempre feliz e completo, e isso vós completa, é o que falta é totalmente inexplicável. Só se sabe que se sente é uma forma louca, é como tentar curar algo, é como encher um copo d’água, sem que o mesmo seja derrubado, sempre sobra um pingo pra fora, mesmo que você tome todos os cuidados.
Ele é sentido, e as ações incalculáveis, você fica cego sem fome, quer ser completo o tempo inteiro, o amor é egoísta e causa consternação.
Então o melhor seria não amar?
Mas isso seria algo impossível, é do imo, é da consciência, está cravado em nos, é uma lei, você segue e não sabe por que, segue sem querer, mas quando vê, não vai embora, só se ama.
Mas a paixão é mais eloqüente que ele, é como se fosse seu filho rebelde, querendo o amor rápido, mas que por curioso acaba rápido; não é como o amor, que vai aos poucos conquistando seu espaço e logo depois se torna parte integrante de duas pessoas, fazendo de novo uma só como no começo.
Mas essa é a melhor questão, ele sempre escondido em algum sorriso ou aparato.
Sempre vem primeira a paixão, o amor sempre está lá vendo o que a paixão faz com o individuo, uns ate dizem que amam, quando a paixão ali está; será desprazer do coração? Por que às vezes esse sentimento é confundido de verdade, pelo sentido.
Agora você pode jogar todos aqueles papeis de bala fora, pois ele não vai voltar, ele não vem, não vem.
Mas corra logo para algum lugar movimentado, tenha certeza de um novo, ele apareçera.
O amor é inconstante, egoísta, dolorido, mas quando se tem, completa o ser.
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Para que talvez sejamos mais completos, mais vividos, pois a vida é curta, e boa parte dela para alguns, é só solidão.
Um ser fendido em dois, como os olhos, procurando sua meia senha correlativa. Fomos distanciados de nos mesmos; por isso sentimos a solidão, puramente em nos, isso é o que o ser sente.
Somos seres apaixonantes, sempre amamos, pois sempre estamos em busca daquilo que nos falte, essa é a condição de vida imposta de uma forma indireta.
Só se ama mesmo aquele que está disposto a morrer pelo mesmo, a sentir a dor pelo mesmo; Sempre buscamos completar a nossa vida, a fim de que seja perfeita, e quando se sente no clímax de todo amor, vem logo à dor, porque interpretar o amor do outro é difícil; e isso deixa o ser inquieto e com medo, como saber se o amor está completo? Como sentir ele por inteiro?
Mais o verdadeiro amor é aquele que vem de dentro de você, primeiro você se ama e depois passa a amar alguém, é como se fosse um egocentrismo, mas é a forma mais formidável de lidar com a dor que o mesmo provoca.
Dor na alma não no corpo, o coração dói e parece que dói mesmo.
Amo por que tenho que amar, sente a insaciável vontade de amar, de querer ser sempre feliz e completo, e isso vós completa, é o que falta é totalmente inexplicável. Só se sabe que se sente é uma forma louca, é como tentar curar algo, é como encher um copo d’água, sem que o mesmo seja derrubado, sempre sobra um pingo pra fora, mesmo que você tome todos os cuidados.
Ele é sentido, e as ações incalculáveis, você fica cego sem fome, quer ser completo o tempo inteiro, o amor é egoísta e causa consternação.
Então o melhor seria não amar?
Mas isso seria algo impossível, é do imo, é da consciência, está cravado em nos, é uma lei, você segue e não sabe por que, segue sem querer, mas quando vê, não vai embora, só se ama.
Mas a paixão é mais eloqüente que ele, é como se fosse seu filho rebelde, querendo o amor rápido, mas que por curioso acaba rápido; não é como o amor, que vai aos poucos conquistando seu espaço e logo depois se torna parte integrante de duas pessoas, fazendo de novo uma só como no começo.
Mas essa é a melhor questão, ele sempre escondido em algum sorriso ou aparato.
Sempre vem primeira a paixão, o amor sempre está lá vendo o que a paixão faz com o individuo, uns ate dizem que amam, quando a paixão ali está; será desprazer do coração? Por que às vezes esse sentimento é confundido de verdade, pelo sentido.
Agora você pode jogar todos aqueles papeis de bala fora, pois ele não vai voltar, ele não vem, não vem.
Mas corra logo para algum lugar movimentado, tenha certeza de um novo, ele apareçera.
O amor é inconstante, egoísta, dolorido, mas quando se tem, completa o ser.
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Quarta-feira, Outubro 1
Amoníaco
Venho da junção dos cromossomos yx e xx, 23 pares de cada, equivalendo a 46 de mim,
sou uma combinação dos seres posteriores diferentes, me tornando algo entre yx e xx.
Posso caminhar sobre rios e oceanos e sobre estradas também, posso ser a lua do céu posso ser a lua do mar, posso engolir o sol.
Posso abrir bem meus braços e comprimir meus olhos, para sentir o ar, sentir a falta dele.
Ela é a única coisa que observo tão linda, tão doce e delicada; como pintar as cores nela? Como renascer? Como veio, sem encanecido?
Eu dimanei e sei que vou.
Tenho o dom de pensar, tenho a arte de todas as alegrias.
O que me faz adormecer? O que me faz acreditar que tudo se fez em apenas sete dias? O que me leva?
As coisas são muito mais que esse tempo, o tempo não pode conduzir a inteligência, ele pode aprimorá-la, mas com destreza nela, mas sete dias?
Sete dias para mudar o mundo, então lhe dou sete dias para amar, lhe dou sete dias de alegria, sete dias de azar e sete dias para conhecer o universo; mas fica a certeza de que tudo é mais.
Balanço e cores; Oxigênio, Carbono, Hidrogênio, Nitrogênio, Cálcio, Fósforo, Enxofre, Sódio, Zinco, Potássio, Cloro, Magnésio, Ferro, Iodo, Manganês, Cobalto, Molibdênio, Flúor, Cromo, Selênio, Cobre; amoníaco, amoníaco. Faz da vida o que quer mostrar?
Que sei sentir, que sei olhar, o que quero provar?
O ferrolho, olho igual ao meu, redondo, tenebroso e tocante, não é de comer.
Assimetria ou falta de memória? Ou é mesmo falta de vitamina B12; falta preceito ou busca?
Você pularia por ele? Você se mataria por ele? Pessoa que não se vê não se sente. A ciência existe mais não pode mostrar, ele existe, mas não pode me provar.
Você já o viu antes? Pois eu já.
Pra mim esta no vento que entrelaça e abraça as árvores, está no alimento que mata a fome do mendigo do proletariado, e está no sorriso daquele que ainda vai ser homem.
Da vida turbulenta de concreto, da cidade grande, ar poluído, chuva acida e falta de água.
Turbilhão, turbilhão.
E ao vir à aurora, que belos dias.
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sou uma combinação dos seres posteriores diferentes, me tornando algo entre yx e xx.
Posso caminhar sobre rios e oceanos e sobre estradas também, posso ser a lua do céu posso ser a lua do mar, posso engolir o sol.
Posso abrir bem meus braços e comprimir meus olhos, para sentir o ar, sentir a falta dele.
Ela é a única coisa que observo tão linda, tão doce e delicada; como pintar as cores nela? Como renascer? Como veio, sem encanecido?
Eu dimanei e sei que vou.
Tenho o dom de pensar, tenho a arte de todas as alegrias.
O que me faz adormecer? O que me faz acreditar que tudo se fez em apenas sete dias? O que me leva?
As coisas são muito mais que esse tempo, o tempo não pode conduzir a inteligência, ele pode aprimorá-la, mas com destreza nela, mas sete dias?
Sete dias para mudar o mundo, então lhe dou sete dias para amar, lhe dou sete dias de alegria, sete dias de azar e sete dias para conhecer o universo; mas fica a certeza de que tudo é mais.
Balanço e cores; Oxigênio, Carbono, Hidrogênio, Nitrogênio, Cálcio, Fósforo, Enxofre, Sódio, Zinco, Potássio, Cloro, Magnésio, Ferro, Iodo, Manganês, Cobalto, Molibdênio, Flúor, Cromo, Selênio, Cobre; amoníaco, amoníaco. Faz da vida o que quer mostrar?
Que sei sentir, que sei olhar, o que quero provar?
O ferrolho, olho igual ao meu, redondo, tenebroso e tocante, não é de comer.
Assimetria ou falta de memória? Ou é mesmo falta de vitamina B12; falta preceito ou busca?
Você pularia por ele? Você se mataria por ele? Pessoa que não se vê não se sente. A ciência existe mais não pode mostrar, ele existe, mas não pode me provar.
Você já o viu antes? Pois eu já.
Pra mim esta no vento que entrelaça e abraça as árvores, está no alimento que mata a fome do mendigo do proletariado, e está no sorriso daquele que ainda vai ser homem.
Da vida turbulenta de concreto, da cidade grande, ar poluído, chuva acida e falta de água.
Turbilhão, turbilhão.
E ao vir à aurora, que belos dias.
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Quinta-feira, Setembro 25
Alimentando pensamentos
O futuro está aqui; veja com seus olhos, olhos cor de terra, cor de nada.
Você esplandece todos os sentidos,
E corroeu sua argúcia tangível.
O mundo nos mostra tudo, é tudo que sabemos a partir do momento que se nasce, começa tudo, não é mesmo?
Mas ele tem que ser visto, mas não compreendido, ver sem discorrer;
Por que se pensar, estraga aquilo que realmente quer que veja.
Mas o jeito das pessoas é desaprender isso. Pois sabemos usar os pensamentos, de certa forma isso é correto, mas nem tudo tem uma congruência, de fato existem deficiências que não podem ser vistas, por isso não se pensa.
Seria tão mais fácil olhar uma flor e ver mais que isso, mas se olhar sem pensar vai ver que é apenas uma flor.
E ao olhar o mar, verá apenas o mar.
Você pode ver, mas não pode interpretar aquilo que imagina ser verdade, podemos acreditar em tantas coisas, seguir regras, ou a fazê-las. Mas o que adianta, nem tudo necessitam de regras, existem coisas que só basta um olhar para abranger, mas não com aquele sentido de pensar.
Temos dois conscientes, aquele que fala e aquele que pensa, é como se tivéssemos duas mentes; você pensa e logo fala e a outra nunca se cala.
Fica dentro do pensamento, mas só você sabe o que ela fala, posso estar certa; gostaria de analisar mais a fundo, mas o que dizer?
Que estou procurando aquilo que fala dentro de mim? Ou o que penso?
Bem, seria mais fácil se fosse o vento, esse não tem pensamento, só são deslocamentos de ar, de lugares opostos; e o ar são gases presentes na atmosfera da terra, é tão simples quando a reposta é assim, mas o ser em mote não é tão simples, essa mente não deveria permanecer, por que se pensa e fala com uma, e a outra só pensa e fala bem baixinho dentro de você.
Que fica o tempo todo a articular, e de lá saem as aspiração e o letargo, acredito eu que deveria existir um estudo mais profundo sobre ela.
Mas como compreender as coisas sem pensar? Como olhar para algo sem pensar?
Eu com os meus critérios de escrita luto por assoalhar, o que será isso, para tentar mostrar e explicar ao menos algumas coisas daquilo que escrevo, mas vejo que a resposta está bem de baixo do nosso nariz.
Ando advertir as pessoas, e logo percebo a desfaçatez de algumas, que pouco se interessam com as coisas ao seu redor, que agridem ser apos ser, por ser in- superior.
Isso meu caro é a nostalgia de ver e pensar, de agir. O rosto geralmente é bem marcado, mas não passa nenhuma estória, nenhuma vivencia ou cultura.
Pessoas de rostos marcados, mas as tais não possuem semblantes é como se não existissem.
Meus caros, a reposta é simples, abra qualquer livro, político socialista; ai você entenderia o que é ver sem pensar.
@todos os direitos reservados.
Você esplandece todos os sentidos,
E corroeu sua argúcia tangível.
O mundo nos mostra tudo, é tudo que sabemos a partir do momento que se nasce, começa tudo, não é mesmo?
Mas ele tem que ser visto, mas não compreendido, ver sem discorrer;
Por que se pensar, estraga aquilo que realmente quer que veja.
Mas o jeito das pessoas é desaprender isso. Pois sabemos usar os pensamentos, de certa forma isso é correto, mas nem tudo tem uma congruência, de fato existem deficiências que não podem ser vistas, por isso não se pensa.
Seria tão mais fácil olhar uma flor e ver mais que isso, mas se olhar sem pensar vai ver que é apenas uma flor.
E ao olhar o mar, verá apenas o mar.
Você pode ver, mas não pode interpretar aquilo que imagina ser verdade, podemos acreditar em tantas coisas, seguir regras, ou a fazê-las. Mas o que adianta, nem tudo necessitam de regras, existem coisas que só basta um olhar para abranger, mas não com aquele sentido de pensar.
Temos dois conscientes, aquele que fala e aquele que pensa, é como se tivéssemos duas mentes; você pensa e logo fala e a outra nunca se cala.
Fica dentro do pensamento, mas só você sabe o que ela fala, posso estar certa; gostaria de analisar mais a fundo, mas o que dizer?
Que estou procurando aquilo que fala dentro de mim? Ou o que penso?
Bem, seria mais fácil se fosse o vento, esse não tem pensamento, só são deslocamentos de ar, de lugares opostos; e o ar são gases presentes na atmosfera da terra, é tão simples quando a reposta é assim, mas o ser em mote não é tão simples, essa mente não deveria permanecer, por que se pensa e fala com uma, e a outra só pensa e fala bem baixinho dentro de você.
Que fica o tempo todo a articular, e de lá saem as aspiração e o letargo, acredito eu que deveria existir um estudo mais profundo sobre ela.
Mas como compreender as coisas sem pensar? Como olhar para algo sem pensar?
Eu com os meus critérios de escrita luto por assoalhar, o que será isso, para tentar mostrar e explicar ao menos algumas coisas daquilo que escrevo, mas vejo que a resposta está bem de baixo do nosso nariz.
Ando advertir as pessoas, e logo percebo a desfaçatez de algumas, que pouco se interessam com as coisas ao seu redor, que agridem ser apos ser, por ser in- superior.
Isso meu caro é a nostalgia de ver e pensar, de agir. O rosto geralmente é bem marcado, mas não passa nenhuma estória, nenhuma vivencia ou cultura.
Pessoas de rostos marcados, mas as tais não possuem semblantes é como se não existissem.
Meus caros, a reposta é simples, abra qualquer livro, político socialista; ai você entenderia o que é ver sem pensar.
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